ESB comemora 30º aniversário de formação em Engenharia Alimentar no país

Pioneira na implementação do curso universitário em Engenharia Alimentar em Portugal, a Universidade Católica Portuguesa aliou a abertura da Escola Superior de Biotecnologia, em 1984, à implementação da primeira licenciatura focada na formação de quadros qualificados em processos de produção e conservação de alimentos a nível industrial. Após 30 anos, a ESB juntou os pioneiros do curso num encontro sobre os “30 anos de Engenharia Alimentar em Portugal: dos pioneiros à atualidade" que permitiu debater a importância de se responder às exigências dos consumidores cada vez mais conscientes do impacto de uma alimentação saudável e sustentável. Atualmente, no novo Edifício de Biotecnologia, no campus Porto, a Escola Superior de Biotecnologia integra estes desafios na sua formação atual em Engenharia Alimentar.

O evento contou com a presença de Francisco Carvalho Guerra, um dos fundadores da Universidade Católica Portuguesa - Porto, assim como com as intervenções de Vergílio Folhadela, antigo Presidente da Associação Comercial do Porto e administrador da RAR, e de José Fernando Pinto dos Santos, professor da instituição e da INSEAD. Refira-se ainda que as celebrações desta data integram um momento de debate com engenheiros alimentares de várias gerações, com a moderação de Conceição Hogg, professora da Escola Superior de Biotecnologia.

Engenharia Alimentar: uma formação cada vez mais procurada
A formação em Engenharia Alimentar tem vindo a ganhar peso no panorama nacional e em particular na região Norte. O incremento da procura desta área de formação está correlacionado com o crescimento da indústria alimentar e de bebidas a nível nacional. A este nível, e no que toca a exportações de produtos alimentares, Portugal atingiu em 2018 o valor mais elevado de sempre, aumentando 3,1 por cento, face a 2017, num valor superior a cinco milhões de euros. A formação em Engenharia Alimentar habilita profissionais para atuarem ao nível do processo produtivo, distribuição, controlo de qualidade, inovação e investigação, capacitando os formandos para uma intervenção eficaz ao longo de toda a cadeia alimentar, com o objetivo de garantir a produção de alimentos em quantidade e qualidade.

Junho 2019

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